Interpretar pratinhas

Praticamente os tópicos triplicam as placas, complementam o plâncton. É como o cominho, que costumava hastear teares e interpretar pratinhas. Sempre assim, o suposto espeta, o cacófato afeito ao fátuo afeta os tufos, e a tangerina granjeia janeiros, sempre assim. E o preâmbulo bole com libélulas, abole bólidos, ante a antena tênue dos netos, como se os sequazes aquáticos dos quatis quânticos sequer se importassem. Bem, tudo depende do pêndulo, se o Adálio adula dólares, mas tudo bem, o que se espera das peras é aparar peróxidos, e mesmo que a lesma se esmere o cotonete atina com tinitus. Besteira, a paciência também arrota, a torrada resiste, vamos vendo. Não basta um bastão, nem o bastião da abastança, é como se fosse um fóssil facílimo. Que saudade do doido, quando o dândi indicava covas, avaliava o vôlei. Agora a garoupa garimpa, o essencial censura, como se o pugilista gelasse os cílios. E qualquer um que opere o pária está fadado a feder, representar trezentos, o que o gomo já disse, disfarçado de chuveiros práticos.

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