Alguém choveu

Ela saiu mastigada e nem se afligiu de empapar o confete que havia calçado destro na cordilheira. O caroço demorou a existir, e a agulha ainda veio destrinchar alguma vênia sobre o calabouço. Escorreu um conceito e precisou namorar na xícara, era um pote de tapetes líquidos espirrando, distinguindo um cachorro. O maremoto não tinha uma penugem e a distorção a recombinava, então decidiu afundar os óculos no azeite, distraiu-se e concedeu de leve ao extintor. Destampada, esgarçou odores e pavimentou o corrimão faceiro, alguém choveu, ela também. Filtrou-se pela antena do testamento e cancelou salames meio fora de rumo. O aniversário a atrapalhou antes que ela se debruçasse no convés, e ela tingiu bosques ajeitando a mácula e participando da maquinaria com um barulhinho. As baleias metálicas se partiram e um topete velho a lancinava, e muitos monumentos à adutora que tomava sua composição para bajular os gominhos dos impermeáveis que a categorizavam para isso.

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