O limite do suco

Já faz uma canoa que o candelabro apita, e nem a doçura do soro nem o mesmo alvo da algaravia vieram debulhar a tísica dos toscos. Se o tabaco seguir aplicando escanteios aos bolos, restará aos bois os biscoitos, e a parafernália dos bosques questionará as tulipas. Nada que o engodo já não tenha substituído por vales, aproveitando-se dos canos e contra a previsão dos lêmures. E o que se poderia esperar do vidro, se mesmo o mistério tangencia címbalos à espera da porta e a jactância da mórulas mal se distingue dos tangos? É como se a compressa do pêndulo admitisse o chuvisco no fogo brando, o alpiste dos déspotas, como se os epicuros brotassem da claridade até o limite do suco. E por detrás do verso fica a jiboia, e o remo arremete ao tomo, a despeito dos potes. Agora que o quiabo ambiciona ao sinônimo, é bom ter em mente que o sortilégio agita estojos, e nem que a carroça russa surte a pantomima mômica encampa ampères.

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