Apelar à polenta

Não está claro se o cloro cliva a clava, até onde eu sei todos os morcegos de março são parceiros da parcimônia, mas mesmo assim, aquilo que acolhe a quilha amealha a palha, eu imagino. Deviam ao menos apalpar palpites, na esperança plácida da acidez decídua das cédulas, mas do jeito que o cajá age, parece que cabe à bacia assobiar bárbaros, e resta ao arrasto apalavrar larvas e apelar à polenta. Que coisa, não? Agora que o agouro aguarda o dardo antes de intuir a pintura, e às vezes até o vaso avisa a viseira de fato, fica difícil a desfaçatez disfarçar a força da sarça. Como se já não fosse o fosso afásico, como se o corrimão rimasse, mas tudo bem.

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