O alvéolo avulso

Eu avisei que o vaso avaliza o zéfiro independente dos dísticos. Que a intenção do compasso não se resume à mesinha. Tudo mais é maisena. E os limites miméticos atualizam trompas sem que sequer a sequela lacônica coloque o colírio no colo dos colossos. Já tentaram atarantar as tartarugas de todo jeito, e no fim a fimose afirma o oposto, que o desterro das torres restava atávico. O abacateiro nunca mais foi o mesmo, dizem que a praça precisou da cizânia. Sobrou o estorvo das vísceras, e a polidez dos desígnios, mas até o extermínio da manha admite almôndegas, e assim segue: nem persegue o cego o cigano nem convém à vela o alvéolo avulso.

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