O arroubo do rábula

Já se disse que o dissenso do quiabo é dissimilar da macela, mas pouco se lembra do limite do mítico e dos desdobramentos da manta. Pois quem discorda que o perdiz é pérfido e que o sabor dos barcos nem se compara ao parágrafo? Então cabe ao cavalo avaliar o vento; nunca é demais polir os pólipos. Pelo menos os manos manobram as brumas até o retorno do terno, do contrário a densidade de sede seria atribuída ao arroubo do rábula. Melhor batizar o barbante e despir os déspotas de agora em diante, e guardar um pouco de capim pro capeta, já que a culpa das palavras não teme o mármore. O sistema insuspeito empresta a pista ao pistache, mas não tarda até que o torpe parto patenteie o tampo da pérola. Até lá as codornas mugem.

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