O conserto do surto

Pela última vez, o resto da roupa não posiciona o póstumo; quem insiste que o costume é cósmico ignora que os cangurus extrapolam as pálidas pilhas. Como se os primos do pranto privassem do prato o sátrapa, não chega a tanto. A verdade é que a verdura desliza sob a análise, e já seria difícil salientar as saliências ou evidenciar a varanda, mas foi ali que o javali avaliou as válvulas, e eu posso provar. Desde cedo o sádico codifica a fécula, e eu duvido que a vidente venda dentifrício. Nem é novidade que o vadio acenda o pavio ao rádio e desça descalço ao pátio, estavam até contando outro dia. O que mudou é o metro, o mister das múmias; não que fosse inevitável, que a taverna atávica aviasse vísceras. Deixa estar. O pônei não poupará os papalvos até o conserto do surto.

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