Aguardar a aguardente

Não era exatamente a última chance de simular a súmula e aguardar a aguardente. Nem se podia dizer que os topetes típicos consumavam os sorvetes sórdidos, nem que a folga do figo garantia a simetria do tráfego. Como a indecisão do sítio, ante a coloração célere dum devaneio. Tudo que satisfaz a física fede a fato, e o que a tradução dos trambolhos não poderia suprir a turgidez das begônias ao menos coloca em termos astronômicos. Puro rodapé panóptico. Os fundos da fábula os talheres já tolheram, e a contestação das testas não vai além do alambique. Não duvido que o bem-te-vi vaticine a valia dos vales, hoje em dia até o repouso palita os dentes. Como se o cosseno tivesse cócegas, os crustáceos custassem a sossegar, ou as salamandras assoviassem em uníssono. Dá no mesmo.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s