Ruptura com os répteis

Dilapidar as pilhas da alvenaria nem sempre absorve todos os cadarços da Pérsia. Às vezes as aves vacilam ante o tétrico tecido da torre e abastecem até o mastro dos truques rumo a uma ruptura com os répteis. E ainda que o coco aplauda o indício dos cascos, o mesmo marasmo não basta para parabenizar o granizo a troco de nada. Os pregos derretem ao luar e nada impede a febre de festejar a fibra, e quem um dia imaginou que o jardim jorrasse o jantar, reduzindo a aurora? O alpendre não dispensa o súbito, nem a pantomima do musgo mitiga o mágico imagético sem que o sobrinho do cânone conspire com as peras. Francamente, Ivonete. O atalho não está alheio ao látego, nem aos desdobramentos oníricos do Orinoco, e seria um erro recomendar o tapete típico ao topete tépido. Como anotar a rota da fórmica antes da falência dos astros? Vamos ver.

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