Acaba Mundo CCCXXIV

Hoje são quinze de agosto de dois mil e dezenove e o mundo não acabou. PGR é contra pedido do petê por punição ao Sarraceno pela destruição das provas do hackey de Araraquara; eu acho que nunca houve prova nem hack, dois ministros do supremo pediram o material com prazo e estardalhaço e nunca mais se disse palavra a respeito. Também caiu no esquecimento a CPI da mamadeira de piroca anuncia pelo Alcoolumbre. Tanga Frouxa é abandonado pelos advogados nos processos do CNMP; ele vai acabar sendo o boi de piranha que deixará passar uma boiada de ilegalidades institucionais. No Rio, volta a valer liminar que busca reduzir danos das operações dos meganhas, e o genocida Mitzel recorre: para ele “atribuição exclusiva do executivo” significa não dar satisfação a ninguém. As explicações para a famosa “violência do Rio” devem ser retraçadas ao fato de que é o lugar que mais recebeu escravizados, não porque eles sejam violentos, mas porque o Estado sempre precisou manter na ponta da baioneta essa população, antes e depois da dúbia libertação. Também no Rio, o Nazi interveio na PF, que investiga o filhote, enquanto reclama da Receita, que mira seu irmão. Grupo parlamentar que inclui a Talíria tenta reverter PL do Kim que “flexibiliza”, como se gosta de dizer hoje em dia, o licenciamento ambiental. Salles reclama das unidades de conservação: olhar ideológico sobre a exploração de madeira. E a Noruega também mandou avisar que não tem mais grana pro Fundo Amazônia, Bozo foi bem sucedido em sabotá-lo. Acaba mundo.

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