Adornar o Dorneles

Nem mesmo a música, premida pelo pudor dos celeiros, diria que agrada à gruta adornar o Dorneles. Já foi dito que o sereno serve ao susto, e até a cotovia atavia a admiração das médias mais do que aquele alfinete fálico, mas o contorno contraditório dos testes continua tisnando o núcleo, arrefecendo o féretro. Ninguém acreditaria. O frentista, frente à frugalidade dos doidos, transitaria com as tríades, e nem a basculante abreviaria o bromo. Até a grama sossega, o caminho se apercebe, quando a prefeitura pendura o passado no cesto, mas nem por isso o saber dos tubérculos descende dos sismos, ou a prateleira pode significar mais que a concha.

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