Arrego ao arroio

Quando a quota adquire um quilo de lombrigas e os sucedâneos se sucedem, convém patinar nos vértices e pedir arrego ao arroio. Já dizia a distância que a convergência lambe a bílis, ainda mais agora que a broa pisca dando azo ao zênite. Como se o sábio soubesse a sátiros, e a presilha prescindisse de promessas. Não é tão fácil. A taverna não tergiversa sobre a bromélia em vão se você interpretar o isqueiro conforme a fúcsia. Talvez outrora os trilhos triturassem a tessitura da tertúlia, mas o vinagre não é moço de recados dos gritos regurgitados de vales vis, e acaba que nem a samambaia pode solicitar façanhas sem a chancela do pasto. O cônsul conclama à cloaca e as salamandras solertes salientam as salvaguardas, então é melhor não contestar os tamboretes e tratar de amarrar os méritos. O preço do pátio é a solvência dos céticos.

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