Corolário ao lírio

Com tamanha concomitância de tarântulas é fácil perder de vista que a sensaboria dos destros não é mais que um corolário ao lírio. Nem a dieta dos doges destoa do tráfego quando cada vez menos rebites rebentam na catarse dos tártaros. Ela disse que usasse a calça do símbolo, mas o moço maciço não compreendeu que se tratava de um pastel de espanto, conforme o testemunho das médias. Não se solta a sílaba nem se desliza rumo às rédeas mais do que uma colher ou duas de suspeitas tóxicas. O gambá não se cansa, mas a família da frutas já nem frequenta o quociente, prefere patinar na pátina, distrair os trocistas. E assim vai. Dizem que a tubaína não tem refresco, que a mosca masca o mastro, que nada. O importante é resenhar os resíduos dos santos antes da chuva, imprimir o metro ao caprino e tentar reverter o tapete a ponto de conduzir as dúzias.

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