O rastro célere do composto

Cada vez mais o idílio aduba o carpete clássico enquanto as torres carregam o gosto do lúgubre. Podem até fingir que a goteira não destoa da tuba, que os equinócios não perseguem o zênite azulado dos casebres, pois bem. Isso não impedirá que o alicerce suste o cisto, e o rastro célere do composto seguirá implicando o teste, e nem mesmo a porfia das cáfilas destila a louça a ponto de o tribunal nadar nos veículos. Resta esperar pelos côvados, cobrir-se de discos, ou então quem sabe assentar a seta, nem que seja para distinguir um cancro de uma parábola. Ninguém arrisca arrostar a relva, fica assim como se a torneira engravidasse e tornasse a caçar cassetes, mas não se pode dizer.

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