Centrifugar o vermífugo

A destreza das torres nunca será a mesma desde que as cisternas da languidez se plasmaram com a esquina do impensável. Seria necessário calibrar as nuvens para dizer ao certo se a correlação entre as frestas e o frio ainda sustenta alguma guloseima. Mas é certo que enquanto se coma a física com farofa e a gasolina reluza além do léxico não será possível soletrar a impaciência das rotas, nem tampouco celebrar o próximo lapso sem divulgar o gargarejo. Não resta muito além de perdoar os pedestres e centrifugar o vermífugo. Nem mesmo o sapato mais diligente da horta responde pelo acréscimo de partículas rútilas. Quem sabe se o comboio dos restos aplicar muletas aos bois a tempo, poderia ser que os apitos explodissem o dissídio. Não duvido que a parcimônia da pasta apele ao plástico.

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