Comprometer as premissas

Olha, eu não quero comprometer as premissas, não quero galgar as gárgulas da Groenlândia em busca da basculante. Não se trata disso. A verdade é que a vacina vacila, não basta mais um teto e uma tríade para que as dissonâncias declinem da alegoria da lástima. E que ninguém se diga surpreso desde a última cartada do cacto, era apenas um metabólito do Líbano que dissuadia a desídia. E isso nem o açougueiro nem a prevalência dos âmbitos poderia fornecer. Nem a sisudez das cascatas seria vítima das vacas, já que o trampolim tripudia das tulipas em plena epístrofe. O que quero dizer é que as querelas custam, que a transparência dúbia das metamorfoses complicam os céticos que insistem com as condolências. Melhor seria elucubrar sobre o símbolo, destronar a dúvida que acarreta ratos, ou ao menos beber os bérberes antes que as suposições coagulem. Ninguém há de negar que a sutileza galvaniza as grutas.

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