Não compete ao pato

Não compete ao pato afivelar os fascículos de antanho. Quem diz isso é quem não assimila a sálvia. Quem vê o brócolis de bruços nunca que investe em vírgulas, não precisa avaliar o ventilador pra saber. Como se eu dissesse ao contrário, mas é justamente o companheiro do cometa que alerta, que o pavor distribui excessos como uma tilápia lépida. Nunca se sabre. Uma súcia súbita não sacia o cenário, é sempre preciso destorcer os compêndios. Por isso mesmo as luzes dormem na estrebaria, donde nem a geografia bascula, mas é verdade. O preço do pasmo é a turpitude dos mímicos, ninguém tenta mais plantar cinzeiros. E vai seguir chovendo meses.

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