Lamber o limbo

Não é o arquipélago que peleja a síncope, nem se sugere que os aeroportos se arrependam. Tudo que a ferida pede é preencher a ficha e lamber o limbo, de modo a modificar a órbita das margaridas. Chegamos ao mesmo caroço, e o que tinha ficado dos tijolos acabou justificando os pêsames, mesmo antes que o abacateiro fosse ao banheiro. Acho que era o caso de esparramar as certezas pelas margens da aliteração, resguardar os alicerces da fantasia, e adocicar o vernáculo. Os paramentos da lesma nunca incomodaram à penugem, e até onde se saiba o alento é questão de chuva, mas mesmo assim o barril é desnudo. É melhor arrodear a partícula, já que a jaqueta não se jacta da beterraba, e deus permitindo nenhum arquiteto vespertino vai violar a galáxia; pouco se sabe do que o eventual traz nos bolsos. O que resta é o passo em falso do laço, um jeito diferente de arrebentar anseios. Mas enquanto a conversa não inclui as moléstias, fica difícil completar qualquer cocar que compita concomitantemente ao cômputo dos códigos. O resto é cimento.

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