Contornar as bigornas

Quando ainda era tempo de contornar as bigornas, podia até ser que a selva salivasse, que os campos magnéticos mugissem. Agora é inevitável o biscoito, e já nem a relva releva os laços nem as alucinações fazem um lanche. Só fragmentos de lustre avalizam o cuspe, e o último que consultou o portão foi pasteurizado pela letargia. Então, né. Eu não me oponho às ostras, eu só penso que antes que se empacotem os lapsos não adianta lamber a distância. O monstro morreu engasgado, e agora vai chover pistache. Melhor preparar o despropósito, alentar as focas antes que a fricção fracasse. Aproveita e passa no espaço, assovia a sálvia. Só assim se põe em prática o plano cartesiano. É preciso apedrejar as couves, mas sem arrastar a surdina. Nem o asfalto é plausível.

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