No limiar do limo

Quisera não triturar o grotesco mais gritante, mas o fagote tateia ante o trato e a cortesia agoniza no limiar do limo. Nem ninguém consultou o frango, que ao menos coloriu as dúvidas, enquanto as pupilas supunham o truque. Foi de chofre, como enxofre fedido, que o súbito sucumbiu à súcia e apascentou tertúlias, de modo que a urgência das botas não poderia resgatar vassouras vingativas. Não é preciso galvanizar os gatos para provar a porfia das taturanas, isso seria até fônico se não fosse fático. Depois vão dizer que o ralo arrasta o rústico, confabula com o cábula, mas não, é o matiz do mato que tolera o totem. O paralelepípedo para, lépido, lapida o prado, patenteia os tontos, como se a manhã acordasse atrasada ou os meridianos se amotinassem. Se as convenções não se confessarem vai ser preciso sair para comprar cigarros.

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