Premiar a pólvora

Eu não entendo por que os cogumelos devam premiar a pólvora. Ou a cozinha antecipar a tulipa deste lado do trigo. Não bastava ferver os consensos, determinar a fuligem, sem necessariamente desbastar as pelúcias? Deixa estar. O pato é patente, persegue o azougue com alacridade, sem chancelar o sonífero aduaneiro. Deve ter sobrado astúcia no inusitado, sempre se pode comemorar o dúbio, então cabe um cabide ao alcaide. É a cálida cúria que o alcaloide acalenta, pode repetir, Um barato tipo o porre da escrivaninha, destinado a competir com o lume, até porque os planetas não tiram férias e mesmo os melhores pires permeiam a pilastra. Que a placenta permita, e que nem a falta de farinha cuspa caspa sobre os axiomas, de modo a higienizar os receios, não desta vez.

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