O mesmo miasma

Sempre que a gruta aterrissa é o mesmo miasma. Até o mistério pediu um copo d’água. A probabilidade de que o sorriso arranhe é compatível com a deturpação dos armazéns galáticos. Tava na cara. E na coroa, e no acorde. E fede a falácia, e festeja a fístula, como pode. Um misto de mamão e música amamenta o crepúsculo com signos. Nuvens. O retrospecto do pardal é o corolário do limbo. Puseram pedágio nos sonhos e falsificaram uma bota velha por nada, as tubulações continuam iridescentes. Agora dizem que afagando as pirâmides o coração destilaria o frasco, duvido. Já passou da hora de celebrar os girinos, enquanto seu lobo não vem, provocar pororocas, hipóteses pélvicas, e sobretudo degustar o sentido. Nada melhor do que destrinchar a chapada.

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