Cheio de anchovas

O tropeço dos equinócios, envaidecido com a mais recente prestação de contas, anda balbuciando flâmulas, cheio de anchovas. Tampouco o censo das mortadelas concêntricas permitiu a implantação do inefável, ou deu alívio ao cachorro, uma vez que persiste o passo assustado dos sólidos. Agora há que se virar com um axioma ou dois por mês, submeter os dentes ao martírio do mundo, confessar as leis da física e quem sabe mesmo deslizar pelo alpendre antes do fim da tarde e questionar o questionário. Que adianta, então, testar a tarântula, cometer o sofá ou dissolver o óbvio? Vale mais escrever à escrivaninha, saudar as dívidas, e permanecer na incerteza. Cuidado com a cabeça no caminho. Até alguém trocar as pilhas da hipoteca, tudo que a bananeira sugerir o relâmpago abraça. Que espécie de espécie.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s