Tudo às custas do Cosme

Não importa quantos hidrantes pleiteiem o bálsamo, nem se os tendões das correspondências passam ao largo da contumélia, mas é bom que se diga que a fúria das castanhas se consome na picardia da faixa de pedestres, ou seja, aquilo que os invertebrados propuseram é levado ao forno com requintes de grosseria; e tudo às custas do Cosme. Não é nem questão de dividir o pudim com a arquitetura do desassossego, ou pintar de carne as incertezas do fusca, o mais importante é convocar as gramíneas, mesmo as que a purpurina confisca, e retraçar o susto enquanto o futuro não acorda. As janelas testemunham, de uma vez por todas, a insipidez do código, que tanta gente translúcida já fomentou. O rabo comendo o cachorro e a discrepância entre bolha e trave permanece como um dos ardis da primavera. Era vento. Desculpa se eu não arregimentei os alicates, era quarta-feira e o sinal estava implícito, ali onde a imperfeição coça os olhos, sabe? Difícil comparecer ao nulo para além da complacência devida.

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