O pão não mente

Diga o costureiro o que for, a verdade é que a galeria não se banha e o pão não mente. Pode ser que a sutileza sobranceira dos vértices acalente a dúbia pesca de signos, mas ainda assim seria possível ao trópico deduzir a contrariedade do plástico. Digo, decerto a súcia suscitou a salada, e que resta ao pátio senão comentar a termodinâmica? Mesmo com as melhores intenções, sempre fica uma sujeirinha entre os dentes, e por mais que poupar vítimas não vá eclodir com estrépito, sempre se pensava que chocolate era sincero e os relâmpagos dissolviam os pêsames. Recentemente o suspiro é elástico, a hipoteca dos contorcionistas solicita uma revisão das premissas e nunca ninguém se lembra onde deixou os óculos. Antes que fossem insetos, daqueles que conquistam títulos e permeiam a pantomina, mas na verdade é uma fermentação espontânea da meia dúzia de fundamentos que estavam aqui agora há pouco, numa sacola de supermercado. Quem deixou isso ir tão longe, afinal?

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