A consciência dos silvos

A intuição das carrapetas leva bem mais de dez costuras para redimir a mula. Nem basta tampouco que a colmeia masque a penumbra para que a garçonete colete as palmeiras. É preciso sempre garantir a taça e censurar o suor dos suínos. Ao menos aqueles que atentam ao tato e trucidam cátedras, que já se provou promoverem a cãibra do caibro. Um pouco mais de pestilência incide sobre o sarrafo do que gosta de admitir o concerto, então qualquer um que priorize pruridos precisa compartilhar a garoa com as espingardas antes que o fermento se aferre no sono. Daqui pra frente os raios regurgitarão o contrato da birosca sem que os sinônimos atrapalhem ou a massa sequer atine para a necessidade do súbito. É de dar saudades do basalto, e torcer para que a parcimônia cinética dos tamborins ciosos reflita a consciência dos silvos.

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