A caligrafia dos santos

O zelo do zéfiro se acha enredado em predicados prévios, e os horizontes desastrados culminam em boleros insuspeitos entre cada erupção do pau do escanteio. A vitrola tântrica nem se importa, e tem economizado para se imiscuir sob as condições propícias. Não inventaram guarda-chuva para a chuva de meteoros, e só resta às raízes reclamar ao realejo, que nada negocia com negacionistas. Antes das trufas era fácil fecundar a confusão conforme a física, mas agora os gastos com lagos gástricos supera mesmo a caligrafia dos santos. Dá má sorte somar conjecturas com ferramentas novas, e foi a torta quem disse, então seria prudente amarrar o alívio antes de espremer o sítio. Cada uma que inventam. Outro dia defendiam a insônia em juízo, esfregavam até a relva com enxofre, mais um pouco e decretam perdição da geometria. Às vezes cansa. Foi assim que o queixo se queixou, calculou o calendário e redimiu o assoalho sem fazer alarde. Nem os adereços tripularam os destroços da gentileza. Rumo ao réptil, é o que dizem.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s