Pão na pradaria

A ninguém ocorreu comprar pão na pradaria, nem pararam de arremeter contra os arrecifes. Doravante as velas vestirão as tavernas e talvez o vento atormente os ventríloquos. Faz séculos que a sopa secunda a caspa sórdida, não é qualquer cominho que completa os cães. Pois toda a crosta semântica dos confins do umbigo bafeja os martelos módicos. Ontem mesmo eu joguei o futuro fora e furei a fantasia do fauno, quem pode protestar? Aparentemente as peças silvam contra a perspicácia dos laudos, o alfabeto definha e a continuidade do cântico é condicionada ao segundo molar da maledicência. Vão fingir que não destoam dos trovões por mais uns litros. Ninguém manda nas estrelas.

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