Acaba Mundo CLXXXIII

Hoje são vinte e quatro de dezembro e o mundo não acabou. Eu estava em dívida com o museu Van Gogh, então tratei que fosse a primeira coisa hoje. Infelizmente, tinha gente demais e se tornou cansativo. Como eu ouvi no teatro em Londres, o problema com gente demais é que você é uma delas, embora não veja como isso seja um problema num teatro com lugar marcado. No museu tudo vira disputa por espaço. Só fiquei decepcionado porque na loja de souvenirs não vendiam orelhas de borracha, eu compraria. Com a imagem da noite estrelada ou dos girassóis, já pensou? Saindo de lá o sol já começava a descer. Emendar o Rijks seria loucura, embora o tenha visitado em versão reduzida, e deixe assim outra dívida para saldar em Amsterdã. Tomar cogu seria também loucura sem alguém para conversar, um programa legal para fazer, e condenado a zanzar pelas ruas apinhadas de turistas. Era um convite à bad. Então põe mais essa na minha conta que um dia eu pago também. A boa do dia foi a Lemon Haze. Que sabor, que onda cerebral deliciosa. Que pena que não dá pra levar embora. Vamo lá mundo, só mais um pouco.

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