A fúria da fissura

O preço do estupor prepara a fúria da fissura e desmantela qualquer departamento: é o bastante para enxotar o enxame e acalentar uma alcateia. Quando se compromete o pasto com pílula, arrodeia-se a disputa troante, e isso redunda no nado do postulado. Como o fóssil na fossa, que recupera sem esforço as raquetes melífluas do formidável déspota. Já um dia o descompasso dos pássaros permeou qualquer tablete sem que se entabulasse um tablado novo só por isso. Basta agora que a gruta gargareje com a densidade desnecessária, e nenhum filhote tripudiará dos potes perseguidos. Seria mais fácil fritar o espectro, ou tratar os trilhos, mesmo assim não há razão para se pensar, e o gradil desmancha a tutela sísmica. Basta ver que a mangueira se esgueira dentre os símbolos, como se fosse completamente frívola, e assim segue até ontem, denotando a rispidez do sândalo. Anota aí, alisar tatus não resolve equações, nem pedir trocados ao infinito jamais irá traduzir os resquícios de gravidade.

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