A costa da cordilheira

Cada escada caduca quando a costa da cordilheira colapsa. O trapézio tenta titilar a catarse tresloucada, mas a palavra final tem o fim no começo, então pouco se pergunta pelo real magnetismo das fivelas da complacência. Que se saiba nenhum caramujo poderá jamais consertar a embreagem da aleivosia; se o pato protesta, acende-se uma fruta no porões dos maxilares alheios. Não adianta nada oxidar os tímpanos tentando defletir os fluxos do destempero, é preciso fomentar o calcário amorfo. Aquele que despenca das profundezas na forma de geleia, sabe? Pois então. Não é nada novo, o carteiro se dissolveu em púrpura mais de uma vez. Temo que até a abobrinha não aceita mais tais latitudes, tem um sinal na pálpebra. Então quem se aventura pelo idílio que saiba que as leis da física condena até os sábios ao insalubre, e é preciso tirar a senha com impaciência. Mais não digo, que é hora do caroço. 

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