O boto de butuca

As consequências da trepidação dos mártires não vêm ao caso. Veja ali como viceja o boto de butuca, nem que seja a fogo baixo. Agora tudo segue por falta de escolha, quem quiser que lance a rede ou morda a isca. É o mesmo procedimento da chuva de ontem, só que os peixes não têm mais pescoço desde a confirmação da epidemia. Eu tenho guardado as mágoas numa caixa de cotonetes, e enfio o fausto das falácias na última gaveta da fantasia, junto com os pimentões podres. Qualquer coisa, peça ao prático seu comentário, já é certo a rocha não sabe patavina, que nem o pato de patente alta autoriza o sono dos edifícios. Pode-se sempre apostar no absurdo, lavar as calcinhas da justiça na beira do frio. Mas como então se proteger do impossível, quando a previsão do tempo diz que ele não volta por nada? Difícil saber, mas de qualquer forma é sempre preciso limpar o nariz. 

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