Cadê meu mote, motorista?

Depois de fugir da cadeia de montanhas, o trovador travou conhecimento da tramela usurpada, para espanto do pranto e do prato, que nada deviam ao vórtice. Dizer que isso é a redenção do palito de fósforo, no entanto, seria insistir na pavimentação dos cálices cálidos, recorrer ao tira-gosto prévio, e nem a grade da gare concordaria com tamanho júbilo. Tem que ser aos poucos, proporcionando óleo quente aos dálmatas sem se imiscuir no futuro, que é coisa que não aquece os pés nem faz acrobacias com os planetas. O chuveiro mente se disser que está calmo, outro dia mesmo o verdugo perfurava o alento com fumos de fidalguia, e bem na frente da costa. Ninguém se engane com a quantidade de cúrcuma atribuída às gôndolas, isso é mera tributação do vômito, e até os anéis têm seu turno. É uma parada que não vai a qualquer parte. Cadê meu mote, motorista?

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