O casaco do cossaco

cossacos

Uma vez me avisaram que o azulejo toca realejo para o casaco do cossaco. Nunca me esqueço. Até porque a glosa do gládio nunca foi tão complicada quanto a ostra dava a entender, e basta conjugar o congelador da cônjuge para perceber que o papel da bonança é redundante, que o valor da vela se vê na vicissitude. Não é por isso que eu ia processar o presunto. Tudo que foi feito no intervalo valia sempre para alimentar as válvulas, esgotadas que estavam de séculos de imediatismo. Mesmo que não se expliquem as carnes, que a tarifa se derreta quando as aspirações postulem o ritmo, não era um caso imperativo, nem era preciso que o futuro fosse perfeito, bastava um bastão gasto para arregimentar os trilhos. Dali onde se miram os mouros, e se pode cortar os pulsos por alguns centavos, é possível perceber a rotação do leite, e que mais precisa um canguru utópico? Eu digo que um dia o sol se cansa, e cobra à cobra sua parcimônia.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s