Os posteriores da posteridade

Don van Vliet Michael Werner Kunsthandel VLI 28 cut

O posto aposta um pino nos posteriores da posteridade. Agora que tudo é flácido, fica fácil discutir se o aposto é pérfido. Basta um tópico. Quem nunca conclamou aos vermes poderia transpor a cúspide, nem que fosse aos fins de semana ao menos, mas quem sempre prezou pela saúde do acólito apresenta temperaturas mais providas ao fim dos sintomas de pesadume. É o mínimo que se pede, não? Que o guarda proteja os filhotes e as pilhas não acabem bem no biscoito? Poderia repetir mil vezes, mesmo com os bolsos molhados. Pesado é que é bom, que a lagosta faz sentido mas não admite. É assim mesmo. A gente trata o pinguim com magnetismo, cintila a verve, mistura sonho e víscera. Duvido que ninguém disse antes, que o dito arrodeia, é só parir a máquina antes da confutação, que costuma prescindir até dos elásticos que eu comprei ali mesmo naquela loja, quem diria, o truque foi sempre esse. Como passar manteiga no chão, lamber o teto ou distribuir epifanias aos eletrodomésticos: ninguém sabe mais onde começou. E se for assim a abobrinha consente. Era um pé de isca que o relógio sugeria.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s