Repetindo a medula

medula

Eu aposto que ainda tem presilhas, foi o que todos disseram. Nada de mais, afluentes de possíveis pestilências, mas a liga das latas nunca destilou insígnias. Todos podiam seguir mastigando o sono e repetindo a medula mais um pouco. Ao que me consta a última vaga se suicidou antes do encômio. E não se pode misturar cordilheiras com conjeturas. Não àquela hora em que o relógio se masturba e a perseverança soluça, pelo menos. Mas se proclamou a coisa sem dizer e puseram uns biscoitos e café doce, e todos sorriram do veredito. Bem no momento em que os moluscos coletivizavam as perspectivas consonantes com o novo arbítrio, consolidou-se sobre a ponte o tatear do teto, não sem indícios de volição. E assim se diz que o pão transforma, e quem tosse agradece. Já ouvi tudo isso. As cornetas do óbvio, vestidas para dançar com os ribeirinhos, cancelavam o trote ocidental. Tudo que se soube foi o rei tem um furúnculo.

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