Esmagar as migalhas

goya1

É preciso em tempo de azia consertar os palpites e esmagar as migalhas. A força vai por baixo da porta, tateando o susto. Aqui funcionava um parágrafo, antes do mugido na coxia. E agora se percebe que todo toldo teme o boldo. Que a fantasia retrocede, o ar sufoca, e aí? Vale seguir tosquiando bodes e bulindo nos bondes? Da última não escovaram os dentes com graxa do mesmo jeito? Não há paçoca sem contrapartida. Mesmo se a mandíbula da toga trocar de locutório, não se trata sempre do comprimido descrito? Eu digo, tem veneno na rima, espanta mesmo que os corretores balizem o carvão oblíquo. Corre até que as raízes do telhado contribuíram com o suplício do místico. Acho que não. Não tem nada aberto a esta hora.

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