Acaba Mundo CXXXVIII

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Hoje são nove de novembro de dois mil e dezoito e o mundo não acabou. Toquinho diz que Bozonazi e Mourão dão segurança. Caramba, se o que essa gente precisa é de uma figura paterna, a coisa deve ser mais freudiana do que política. Membros do MP, onde eu costumava trabalhar, se posicionaram a favor da mordaça nas escolas, alegando que “não há censura onde não há liberdade de expressão”. A gente é que fazia força para não ver o fascismo dessa casta, ou do vizinho: a escrotidão sempre esteve aí à espreita. Enquanto eu me faço de blasé, ou me vejo acima de tanta asneira, ameaças a historiadores são feitas em Pernambuco e acampamento de vinte anos, produtivo, do MST é expulso em Minas. Bom, e o que está em minhas mãos fazer? Não tenho mais vontade de comentar sobre o comportamento das personalidades políticas, mas o massacre do PT segue após a eleição, com uma ajuda do ególatra que finta pela esquerda e passa pra direita. Vamos ver se seu registro vai ser cassado no fim. Isso tudo naturalizado como se fosse tomar um sorvete, é claro. Já não há referência de verdade ou mesmo do plausível, e a realidade segue adiante, mole, feito azougue. Acaba mundo.

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