A agenda da argila

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A agenda da argila não se refratava em alvoradas táteis. Quem quisesse consumir os céticos que aguardasse a vez do vírus escondidos no escorredor de fatos. Saudades do perfume, ou então da adesão ao tácito, foi o que disseram, que o broto já faz cálculos. Pra mim não faz diferença desde que a água quente cantarole. É mais digno o trovão e sua diatribe do que o palpável neste trópico, qualquer coisa é teste, confeitarias que não desistem. Não vou dizer que é ouro, nem que aquela cadeira manca, mas já era hora de polinizar a capacitação do imaginário. Condoer-se do condor não concordo, todos eles recorrem aos palitos recalcitrantes, difundem todo tipo de fúcsia, de algum modo. O poeta mobiliza tropos, atropela o trapezista, passível de custos. Agora que importa o festim do sádico, a santidade da polêmica, a persistência do fátuo? Como um ferro de passar o tempo?

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