Acaba Mundo CXXXI

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Hoje são dois de novembro de dois mil e dezoito e o mundo não acabou. Parece que ao menos o ar carregado que pairava há uns dias se dissipou. Ou então sou eu. Bolsonaro declarou que o trabalho de Moro fez crescer sua carreira. Claro que sim. E o filho compara Moro a Ustra. Não foi contraditado que eu saiba. Como eu já disse, os fascistas têm mais claro o fascismo de Moros e Lavajatos do que os tais antifascistas. O nazista barrou os jornais na coletiva de imprensa, além de já ter ameaçado desidratar a Folha. Aí soltam campanha para assinar o jornal. Ora, eu assino a Folha quando ela for corajosa e fizer jornalismo de respeito. Considerando ainda que a coluna do Janio de Freitas costuma ser aberta, vou assinar uma pinoia. Assino o Diplo, com gosto, e já contribuí com um ou outro desses blogs petistas, os quais deveriam se unir num pool para cobrar uma única assinatura, e eliminar esses anúncios irritantes. No mais, eu deveria é superar esta sanha por notícias. A coisa é grave mas não é séria. Os personagens, as instituições, as eleições, os veículos mal se lavam a sério, e eu levando a sério a ponto de perder a saúde? Não estou falando em ficar indiferente, mas em me autopreservar. Por falar nisso a tradução de Lucrécia vai avançando, e teve até uma visita hoje, fico todo coruja. Ontem estava namorando o poema e acabei fazendo umas correções. Eu sei que quase não se lê por aqui, mas eu me orgulho do meu trabalho. Ser pago não ia mal, no entanto. Acaba mundo.

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