A culpa não é do tinteiro

tint

A câmara esperava o dia de tricotar nos pampas. Preferencialmente as armadilhas presenciam as películas, até ligaram atrás da química. Desde que se respire, qualquer um acompanha as bigornas da pestilência. A reta sempre sobe o aleatório tétrico, tricota nos pampas e tudo, empertigada. O saleiro não é sério, e a maestria não é montaria bastante. Como explicaria? A língua reverte ao lodo, ladeada de lástimas. Até o quati quase questionou a quântica. Hoje é isso. Café frio e pulgas e passos em falso ao cadafalso iridescente da vitrine tórrida. Após o fim do mundo, insira mais uma moeda. Nunca se constatou a gripe da perseverança mais do que nos subúrbios dos vapores breves. Que árvore é essa? Os prêmios não prestam atenção. A lembrança abrupta da casca do volante, o primor do fétido, podiam levar a crer no justo, mas qual. É uma travessia de sinos. Um sinal da competência das dobradiças. No que tange ao trilho, o tatu atesta o tímpano. A culpa não é do tinteiro.

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