Consentimento ao cômico

corvo

É como se alguém atribuísse o consentimento ao cômico. Do lado do urso? Depois da aposentadoria do fato, o coentro não contribui com as distinções de todas essas lages modorrentas. Nem poderia. A incitação ao ácido passou a recusar o convite do vaticínio vítreo. Se ninguém perguntar, eu descasquei o aspecto do cinzeiro. Pisando no discutível, roendo os cartuchos das intermitências, deve ser possível enxertar algum cabide na precessão dos vícios domésticos. Ninguém está aqui pra escutar os corvos galvanizarem os descaminhos da higiene. A balsa vomita ameixas que se recusam a varrer o síndico, qualquer hora o limoeiro conjuga os garfos e confessa a sábana. Não basta o suco. Não despertam flácidos. Quando um conluio de lêmures trata as prateleiras como pinos, quem vai dizer que o degrau é breve ou o sítio é promissor? E que é isso que falam, afinal? Que o consolo da planta é assimilar princípios? Ora, o pus palpável mesmo, que o mercador concretiza, não tarda a testemunhar a reta do postulado. É forte o figo e não se festeja a fonética.

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