As pulseiras da persiana

magritte-1

É preciso tirar as pulseiras da persiana no topo do cerne. Do todo se deduz o dormitório, garante o mister, não é preciso admitir o torpor dos torpes para isso. É a televisão do vizinho mordendo seu pé, é a tradição de assovios solertes virando mingau, é o colapso de uma tarde de domingo, um javali frustrado ou uma revolução das mitocôndrias, que importa? Essa orquestra precisa de um conserto. Não demora o asfalto evapora e surge uma escala maior ainda, escalando o contorno caladinha. Estava claro. Fiz até uma marmita para o mártir, mimetizei o sândalo contíguo. Não faz nenhuma diferença se a parcimônia é parceira de particulares, o verbo não é invertebrado. E não me quebre a última cuia sádica nas sandices simuladas do cateterismo arrependido, essa ninguém parcela no cartão. No mais, é uma flexão do arbítrio, uma dobra paulatina ante uma conferência de cogumelos. As maçanetas responderão assim que a insuficiência consuma todo o lirismo da venda da esquina. Nem meio mas nem mistérios moles. Pode dizer que eu disse.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s