O cheque do contorcionista

quiabo

O cheque do contorcionista esgarça as figuras de qualquer temperamento. Destaparam as condições, foi fácil, nem ninguém não esfregou a taquicardia com cuspe. Agora para abordar o limbo há que se dar a volta em tanta coruja que os jardineiros já consomem conselhos com recato. Há de ser adiante, da altura de si mesmo, percorrer as mercearias tateando o ensejo, todo. Particularmente o quiabo, introduzido na hermenêutica rala dos sucessos sórdidos, foi plasmado ao cerne do caminho, disfarçado. Agora o balde é baldo, o convescote das concomitâncias transborda em epítetos trocistas, como uma vaca esdrúxula. Esse pé é meu, os gonzos azeitados não há de perder altitude ante qualquer patusco. Um sorriso trocado é mais que dinheiro graúdo, mesmo se o telhado aprender a assoviar. E fica assim, se alguém pendurar uma ceroula na lua nova, as centopeias vão gritar que não é, plástico não germina, o ferro não sabe de nada. Não pode ser diverso.

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