O palácio é complacente

flores

Era sem cebola, mas tudo bem. O extintor já disse que o palácio é complacente. A trapaça do turno não completou a métrica, o trote túmido do ventre não se absteve de castanhas. Só brincadeira. Uma tampinha e um ventilador debatem a espuma, e todo mundo é de papel. Mas as goiabeiras estão florindo. Os pacotes tóxicos já não gozam da pletora que o câmbio automático pode recuperar. Mesmo que os répteis realizassem os lucros, que o indefinido se afogasse na sopa, lá estava a trepadeira a dificultar o cânone. Quantos tratores regurgitaram na hora da imperfeição? Tinham tantas estrelas? Duvido. Atravessavam todos a estática e se estatelavam na curvatura do pícaro. Daqui pra frente é pra trás, chaves sob o capacho e tudo. É como pleitear a cúrcuma ante um consentimento dúbio, como se o despacho não transpusesse a pústula. Quem sabe a sílfide, potente e providente como uma cama de solteiro, perdida ali entre o esforço do justo e o pescoço do lisonjeiro, possa apascentar o coreto, ceifar o sopro sulfúrico que compete até ao tísico? Pelo menos o mundo roda.

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