Desmontar os tentáculos

dali

Não basta desmontar os tentáculos depois do fanho. Você arrodeia o parágrafo e planta os cotovelos para exportação. Tudo dito antes, tudo feito antes, e qual foi a última carambola que destilou o passivo cósmico? Disseram o mesmo, que chorume é geleia e os quepes não soltam as tiras. Só a acelga oferta aos cafajestes algo como um infarto lúdico, e ninguém se importa se o dragão assar nosso churrasco, afinal. Da boca de criança veio o veto vitalício, a moderação do vinagre, mas mesmo assim os martelos não mediam fósforos. A realidade não foi encontrada em seu endereço; o bilhete dizia nunca me deixe, não deixe o prato sujo. Bem possível, era tudo que eles diziam enquanto trocavam as penas. Quem diz que mais não regurgita os ademanes da fidalguia. Como um digeridu dórico desperdiçado. Como a dor da dolomita. Sempre em frente se dá a volta no cometa. Pelo menos se a centopeia cedesse, os afluentes concordassem em postergar os confessionários, mas. É essa a pílula, e o código é mecânico.

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