Não há ostras na Áustria

ostra

Que importa o volume do vime se não há ostras na Áustria? Agora é apascentar a brita e convocar os bêbados para o marasmo. Todos vão dizer que não sabiam, que o salmão incide no mecanismo desde o ano que vem. Passo e passo, traço e traço, salgando as circunstâncias procede o marreco cálido. Entupiu até a falha, imiscuiu-se no sândalo, e pra que? Só espero que haja uma esquina na próxima esquina, que o bilioso supere o subterrâneo, e por aí vai. Encomendado há muito tempo, subscrito e adstringente, necessário. A geleia de osso não foi declarada à receita, e as cláusulas eram uma delícia com vinagrete. Depois do penhor de qualquer alegria, tudo em que se pode crer é no chapéu do porteiro. Quem vai acordar os dormentes, inocular o imbróglio, ou ao menos monitorar os relâmpagos? Não se duvide do olfato dos fatos, entretanto. Ou da volatilidade luminosa dos rolamentos do cometa. Há poucos minutos a tinta dizia anagramas, não é agora que o gelo está se coçando que o destino vai jantar fora. Qualquer coisa, me chama.

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