Ceder à Cedilha

CCedilla_L

Como gravitar em torno do forno quando basta ao rasta ceder à cedilha? Como das outras vezes, só não ponha cominho demais: ninguém liga em abrir mão da cabeça. Não bastasse o desmonte do horizonte, a poluição dos mecanismos, também o frívolo afanava carniças sérias. Como se lançassem o chiclete sabor bom senso, como se desmanchassem o sonho pra fazer sentido, o oceano garantia que osso grassasse, ele e seu fundo, que investia na insanidade de supinos insípidos. Barril ou bolha, verdade é olho, nem precisa apagar a luz. Vive-se, livre-se, ipis litteris, alguém vai fazer alguma coisa, não vai? Os camelos não absorvem a picardia do pérfido? Os traços não trazem espectros de outra jaez? Prefiro o maleável, coberto de paradoxos, como aquele que foi visto nu na praça, tudo que não derrete com o barulho. Mas é bom  ter um amuleto, separar o lixo, abraçar o carteiro e o guarda. Pode-se precisar da colomy um dia.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s