Como convém à couve

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A última palidez assinou contrato, como convém à couve. Com espaços largos mergulhei na areia. Quem espeta rédeas ao magnetismo? Zerinhoum! Eparrei, todos tateiam o teto tentando traçar o tímpano, e no máximo o que se pode fazer é usar o fio dental diariamente. O moço dos correios impeliu toda a horta a perder peso, deixou um panfleto. Daí em diante as esquinas se comportaram, entortaram a sintaxe para acomodar o delírio, que agonizava. Eu lamento pelo golfinho. É cedo que se caça-palavras, mas sua carne não agrada a todos. Que couve? Faz tempo que o analgésico não pedala, tudo deve ter acontecido na mesma noite. Me vê aí umas banalidades fritas e uma garrafa de escapismo. Como uma traça capaz de julgar o conteúdo do que come, o magistrado troça do traço do arquiteto, até sentenciar o sábado ao síndico. Dá pra se fazer de louco, quando se é louco? Churrasco de travesseiro? Não posso mais, a meta no cofre transcende qualquer manequim de loja, nem adianta largar a carne ou deixar o cabelo crescer. Que seja, um dia este dia será só um dia e as cascas de banana serão um alívio à aviação. Benza Deus.

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