Contar as rosquinhas

echer

Não é uma questão de contar as rosquinhas. Veio de lado, sem remetente. O melhor que a pia podia fazer era rezar, e quem diria que seriam tantos na hora do almoço? Ela tinha apreendido todo o tapete durante a última glaciação, e satisfeita se dirigiu ao insondável: O sentido da vida é estalar os dedos, mas nem sempre se deve pedir omelete, pois os cadeados atualmente cultivam rumores. Não era preciso pensar o que fazer, ela tirou o tigre da tomada e tateou o trampolim rumo a uma nova pertinência. Por entre vapores eletrônicos as dilatações dos mármores prenunciavam incerteza. Rastejava a tônica da perplexidade, buscando o título do argumento, a sutileza das necessidades básicas, ao menos para que não parecesse que estavam ali para depenar pombos e nada mais. Ela percebeu e acionou a víscera, dimensionou a transição dos cílios, penetrou lânguida a membrana evolutiva com tudo! Contudo, premiam o boto por botar os bofes, os especialistas atormentam as atendentes e ninguém diz nada. Como fazer uma capivara descer do teto? Ela se lembrou do almanaque. Nem tudo que reluz é de comer na salada.

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